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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

TREINADORA HOLANDESA ENCANTA PARTICIPANTES DE CURSO EM CADEIRA DE RODAS NA UERJ

Texto e fotos: Renato Landim

Para uma plateia de cerca de cinquenta pessoas, a treinadora e árbitra holandesa Gerrie Van Djik abriu a aula de dança esportiva em cadeira de rodas, ministrada na UERJ. O evento serviu para que os cadeirantes brasileiros tenham maior contato com as técnicas internacionais e impulsionar esta dança em modalidade paraolímpica nos Jogos de 2016. Além disso, o curso procurou estimular a participação de novos membros.


Gerrie Van Djik posa com os alunos, na Uerj
Aula prática de dança de cadeira de rodas
 
Integrantes do grupo Corpo em Movimento, da Andef, e alunos da UERJ estavam entre os que prestavam atenção na palestra de Gerrie. Depois de explanar sobre sua experiência em competições internacionais, a treinadora holandesa também ministrou uma aula prática, na qual passou aos alunos alguns detalhes sobre como melhor evoluir na dança tanto para os cadeirantes como para seus parceiros.

Gerrie Van Djik, após o primeiro encontro, classificou os alunos como grandes entusiásticos que desejam aprender mais sobre a modalidade. Ela destacou que os dançarinos brasileiros têm grande musicalidade e ritmo e, segundo a treinadora, o que falta é a técnica para impulsionar o movimento. Para Gerrie, o mais importante na dança em cadeira de rodas é estabelecer o vínculo do amor entre o par. “Eles não precisam ser necessariamente casados”, acrescenta a holandesa. “É o amor pela dança”, sentencia.

Henrique Pelegrino, cadeirante, e Bianka Oliveira, juntos há 2 anos na equipe da Andef, consideraram o encontro com a treinadora e árbitra holandesa proveitoso, pois no Brasil há pouco espaço para a dança em cadeira de rodas. Bianka destacou que, especialmente no Rio de Janeiro, quem está à frente da modalidade precisa dessas informações para alavancar a modalidade. Ela salienta que não é apenas deslocar uma pessoa comum e por sobre uma cadeira. “ Há uma preparação e técnica especiais”, diz a dançarina. |Sobre a possibilidade de a modalidade vir a se tornar esporte olímpico, ambos veem que a dança em cadeira de rodas ganhará um forte estímulo. Henrique frisa que, nesse caso, a dança deixaria de ser para ele um elemento de reabilitação, para ser alvo de disputa olímpica para o país.

Treinadora holandesa Gerrie Van Djik

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